sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Cartas [1]

Oi,


Não sei quando você vai ler esse email porque também não faço idéia da frequencia de abrir sua caixa do hotmail, mas enfim, resolvi escrever.

Ainda é quarta - feira e eu sinto que já passou a eternidade inteira com "slowmousham" ligado, mas aí percebo que ainda é quarta.
Luzes, luas, filmes, series, companhias, e até eu mesma já não tinha mais graça.
Determinadas pessoas disseram que era até pecado me ver triste já que "loucas do pão" não desanimam nunca.
Posso estar parecendo uma completa idiota, na verdade, estou me sentindo assim, mas se eu melhorar eu tô satisfeita.
Na verdade já tô tentando escrever há algum tempo e toda vez apago porque chega sempre num ponto meio inutil, e de tanto ficar parada nele resolvi pula-lo, na verdade, tentar começar a partir dele, pra isso pus o orgulho um pouco mais pro lado,meu egocentrismo eu guardei e o amor proprio eu nem lembro mais. O que quero dizer é que eu sinto sua falta agora e antes e mesmo estado fora de circulação por dois dias não conseguir um só segundo parar de pensar em você toda a tecnologia se manteve afastada e imersa em minha alma pude pensar melhor, puder ver melhor, This is truth! a gente dá um valor filho da mãe quando perde, quando realmente perde, quando vê que a ultima gota cai e a chuva começa com você só, a lua lhe dar cartas sem remente algum, apenas pra te fazer compreender determinados pontos que você seria incapaz de compreender sozinho, palavras soltas sem nenhum sentindo te dão uma aula pra você ver quem realmente é. Seria tarde demais, mas ainda que seja tarde eu comecei a escrever pra ter uma ultima chance. Dois dias se passaram e então resolvi sair dessa imersão sem sentido e tentarmanter decisões pra fingir que estou bem, até reparar que tudo isso são tentativas frustadas de permanecer em pé, conversar ficou fora de cogitação desde o dia ocorrido, como já disse antes, até as mais confiaveis não conseguiram dizer palavras além de: "eu não entendo, o que você fez? e calma, eu não sei o que dizer".

Então numa hora insana eu te pergunto: Quer voltar comigo!?

Nenhum comentário:

Postar um comentário